quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Bizarre Love Triangle: uma música, duas versões

Regravações no mundo da música são bastante comuns. Geralmente, as versões originais sempre fazem mais sucesso que as regravações, mas em alguns casos a criatura supera o criador. É o caso de "Bizarre Love Triangle". A original é do New Order (1986):



Em 1994, a banda australiana Frente! regravou e obteve um grande sucesso:



E você, o que achou?

Fico por aqui e a gente se vê no próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Nick Drake


Você já ouviu falar em Nick Drake? Certamente não, mas se você gosta de Renato Russo, sobretudo da carreira solo do cantor, com certeza você já ouviu Clothes of Sand, do CD Stonewall Celebration Concert.

Drake foi um cantor e compositor britânico, falecido em 1974 e conhecido por suas canções com temas melancólicos e por sua técnica virtuosa ao violão. Drake teve uma carreira brilhante, compunha muito bem mas sofria de depressão e acabou morrendo muito cedo, aos 26 anos. Mais um pouco e ele faria parte da famosa Maldição dos 27 anos.

Além de Renato, outros artistas famoso regravaram o cantor. Norah Jones regravou "Day is Done", do álbum Five Leaves Left. A mesma música foi regravada por Elton John, que também interpretou "Way to Blue", entre outras. As duas últimas músicas também foram regravadas por Brad Mehldau. Em 2006, "Things Behind the Sun", do álbum Pink Moon, ganhou uma versão da banda The Mars Volta. Em 2000, a mesma música foi usada pela fabricante de carros Volkswagen para um comercial nos EUA.

Para saber mais sobre Drake você pode acessar o site www.brytermusic.com, que tem discografia, biografia, notícias e muito mais sobre o artista. Tem também o www.nickdrake.com, que conta também com letras, fórum e entrevistas.

Para terminar o post, separei Clothes Of Sand. A letra você pode conferir aqui e a versão do Renato Russo pode ser conferida neste outro link:



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domingo, 7 de agosto de 2011

Legião Urbana: o mito ainda vive

Legião Urbana: uma das principais bandas brasileiras
Os fãs da banda Legião Urbana têm muito a comemorar. Apesar de a banda ter sido desativada, a memória do grupo pode ser lembrada em dois filmes e suas músicas estão presentes em duas novelas e em um comercial de TV. Além disso, Marcelo Bonfá afirmou que está conversando com Dados Villa-Lobos para que eles voltem a cantar musicas do Legião.

Em "Faroeste caboclo", a saga do anti-herói da famosa e mais extensa letra da banda é dirigida por René Sampaio e escrita por Marcos Bernstein e Victor Atherino, com consultoria do escritor Paulo Lins. O orçamento da produção é de R$ 6 milhões e conta com a estreia de Isis Valverde vivendo a Maria Lúcia nas telonas. O longa ainda não tem previsão de estreia.

Outro filme que também tem o Legião como pano de fundo é “Somos Tão Jovens”, responsável por revelar a juventude e mostrar como se formou o mito Renato Russo. A história vai narrar o período entre 15 e 23 anos da vida do vocalista e líder da banda, contando fatos como doença que ele teve na adolescência que o manteve em uma cadeira de rodas, a formação do Aborto Elétrico e período como Trovador Solitário. A obra só deve estrear nas telonas em 2012.

Ainda no cinema, Alinne Moraes e Wagner Moura cantam Tempo Perdido no trailer do filme "O Homem do Futuro", com estreia programada para o dia 2 de setembro.


Já nas novelas, o Legião Urbana está presente em O Astro com a canção "Quando o Sol Bater na Janela do Seu Quarto" e na novela Insensato Coração com a canção "Que País É Este".


Recentemente a operadora de móvel Vivo criou um clipe para o casal Eduardo e Mônica e o veiculou como campanha do Dia dos Namorados. O vídeo conta a trajetória do casal cujo romance é colocado pela empresa como a história de amor mais cantada do Brasil.

Fico por aqui e encerro o texto de hoje com Eduardo e Mônica que. A gente se vê no próximo post e enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!

sábado, 6 de agosto de 2011

Mito da maldição dos 27 anos é ironizado

Reprodução do anúncio
Em um anúncio da edição da revista Billboard do mês de agosto, a famosa maldição dos 27 anos é satirizada após ganhar força com o morte da cantora Amy Winehouse. Ela teria se juntado a um clube de ídolos da música mortos antes de completar 28 anos.

Quem escreve o texto é a própria morte e de forma irônica ela destrói as argumentações que justificam a teoria, contando os motivos pelos quais levou astros como Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Kurt Cobain, entre outros.

Além disso, ela lembra outros artistas que morreram com outras idades e sugere a criação da maldição dos 42. Veja o texto completo:

Você nunca vai fazer 28.
Oh, agora vocês falam de uma maldição dos 27 anos. Misturam teorias conspiratórias, buscam explicações na numerologia, apelam para a astrologia. Então, eu levaria Jim Morrison e Jimi Hendrix pelo simples fato de que eles nasceram sob o signo de Sagitário? Poupem-me. 
Mistificar o simples é algo tão humano que me traz uma sensação rara: sorrir. Resolvi, portanto, dar algumas respostas. Não é isso que vocês vivem procurando? 
Antes de qualquer coisa, Brian Jones foi um engano. Logo, toda a teoria da maldição dos 27 é baseada em um erro. Um erro primário, confesso. O meu alvo era Keith Richards, mas estava em uma péssima noite. Adoro Brian, ele é muito talentoso, acredite, pois o ouço todos os dias. Não tinha motivos para levá-lo. 
Ele tinha sido expulso da banda, estava triste e minha encrenca era com Mick e Keith. Muito por causa daquela canção Sympathy for the Devil. Eu adoraria que aqueles versos tivessem sido escritos para mim. Então, resolvi usá-los contra Keith. Cheguei cantando: Please allow me to introduce myself, I'm a man of wealth and taste, I've been around for a long, long years... Mas atingi Brian. 
Em troca, dei a Keith todos os anos de vida que Brian teria direito. E isso, apenas isso, explica o fato dele estar vivo. Ele não é um sobrevivente, eu que me senti culpada. Ele pode subir em coqueiros, tomar doses cavalares de bebida e continuar andando, porque eu, um reles imortal, cometi um pequeno deslize. 
Voltemos aos fatos como eu vivi, ou morri. Jimi Hendrix veio depois. Mas preste atenção nessa letra: angel came down from heaven yesterday, she stayed with me just long enough to rescue me. Ok, não sou um anjo. Mas entendo a metáfora como quiser e levei ao pé da letra. 
Achava que era comigo que ele estava falando. Aproveito para acabar com um dos mitos que me cercam. Jimi Hendrix não toca com Stevie Ray Vaughan, nem faz jam sessions com Charlie Parker. 
Seria injusto ouvir algo que você, mortal, nunca ouviu. Sim, eu tenho um senso de justiça. Ou você acha que é à toa que inúmeras versões inéditas surgem após a morte? Que, por décadas, esses artistas mantenham a presença nos rankings de venda? Eu simplesmente sei criar um mito. Ah, se eu gostasse tanto do número 27 teria levado Stevie Ray com essa idade. E aí, sim, teríamos uma grande teoria.  
Janis Joplin? Ela cantava Farewell Song. Preciso explicar muito? E, cá entre nós, acho que a sua voz não continuaria a mesma. E seria doído vê-la cantando pior. Há uma outra questão humana. Com tanto artista ruim, porque eu levo os melhores? Bem, em que momento vocês imaginaram que eu teria mau gosto musical? Eu simplesmente gosto de boa música. 
Depois tem o menino Jim Morrison. Eu sou discreta, chego sem esperar. Mas quando ouvi “The End” pensei: esse rapaz sabe que eu estou chegando. E gosto de me imaginar como o beautiful friend da letra. 
Ver The Doors em turnê com outros cantores quase me traz um arrependimento. Ele não merecia isso. E Val Kilmer? Pensei em adiantar a vinda de um certo diretor só por essa escolha. Mas com Jim, senti que os 27 seriam um assunto. E isto foi algo pensado. Pela primeira vez, até então. E descansei. Gary Thain do Uriah Heep? Alan Wilson do Canned Heat? Pigpen do Grateful Dead? Ah, não me subestime. Todos ao acaso. Não fosse a busca pela internet, você não conseguiria ligar um assunto ao outro. 
Tive muito trabalho nesse tempo. Levei grandes do reggae, o rei do rock, pelo menos uma dúzia de rappers, o menino Lennon e o maior ídolo pop de todos os tempos. Eternizei lendas, marquei seus lugares na história. E aí, vem a tal maldição dos 27 com Kurt Cobain. Sério? O cara canta: I hate myself and I want to die,  Come on death e vocês acham que ele se foi por causa dos 27? Eu simplesmente adorava a audácia desse rapaz. Gostava como ele escrevia canções para mim. Vocês não sabem, mas me doeu tanto que vesti xadrez por um mês em luto. Em troca, lhes deixei o Dave Grohl repleto de ideias. E, mais uma vez, diversos takes inéditos do Nirvana.
E agora, vocês lamentam pela Amy. Fazem novas conjecturas com os 27. Uma explicação: ela era simplesmente muito talentosa. Você não escolhe o seu playlist? Eu também. E, de quebra, preservei sua voz em Back to Black. Com o tempo, vocês esquecerão a imagem de uma artista em decadência física e se lembrarão apenas de sua grande voz. Por isso, ela não fez 28.  
Encerrando: não me importa 27 ou 42. Ah, você em suas crenças não se tocou que Peter Tosh e Elvis morreram com 42? A morte é o meu trabalho, apenas. E eu não acredito em superstições. Último pedido? Olha que ironia, eu falando em último pedido. Se é para fazer uma versão de uma canção de alguém que eu levei, que seja realmente boa. Eles raramente se sentem homenageados. Digo-lhes com conhecimento. 
PS: Não comentei sobre Robert Johnson porque temos um acordo."

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Music City Game: game social musical para Facebook é lançado por empresa brasileira

Foi lançado na última terça no Rio de Janeiro o Music City Game, um jogo social musical gratuito e com trilha fornecida pelo site iMusica. Nesta primeira etapa, são colocados a disposição grandes artistas nacionais e internacionais, além de selos independentes, tudo através do site de downloads Coolnex.

O jogador cria um intérprete virtual e é responsável por vários itens da carreira do seu avatar partindo das roupas, o repertório musical, passando pelos instrumentos, equipamentos de palco e até pelas coreografias. É possível ainda interagir com os amigos no Facebook através de comparações, ajudas ou até mesmo competindo para ver quem tem a melhor apresentação, que pode ser analisada através de critérios de avaliação como criatividade cria mais elaborada ou engraçada. Veja alguns exemplos no vídeo de demonstração do game:


O jogo é desenvolvido pela empresa brasileira de jogos sociais Gazeus e está disponível para ser jogado através do Facebook. Você pode adicionar o game ao seu perfil clicando aqui. Algumas capturas de tela do aplicativo estão disponíveis aqui. Outras informações podem ser encontradas no blog Rafael Designer, que também acompanhou a produção do jogo.

Eu testei, toquei algumas músicas, mas não tive grande êxito. Entretanto, o game é bem interessante, principalmente se você gosta de jogos sociais e música.

Dica do @juao.

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Cindy Lauper em versão sertaneja

Versões sertanejas de canções pop internacionais famosas não são novidades. Zezé di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó e Sandy & Júnior que o digam. Ao longo da década de 90, essas versões ganharam espaço nas rádios do Brasil, algumas até contando com a participação de seus intérpretes originais.

Na década de 80 essa onda também foi bastante intensa e é dessa época que trago uma pérola dramática da música sertaneja brasileira: Rosimar & Rosicler. As duas irmãs são filhas do compositor Vicente Dias e iniciaram a carreira no começo dos anos 1980. Mas, foi em 1988 que elas entraram nas paradas de sucesso com a canção "Ame quem te ama" que faz parte do álbum que leva o nome da dupla, versão de All Through The Night de Cindy Lauper. Confiram:


A letra da versão brasileira é bastante dramática e chamo a atenção para o trecho "se você me deixar / meu coração vai parar / e eu vou morrer". De qualquer forma, outros artistas regravaram essa mesma versão da famosa música de Cindy Lauper, mas quero destacar ainda a versão de um dos precursores de tantas figuras "carismáticas" como a apresentadora Maisa do SBT. Senhoras e senhores: com vocês a dupla mirim Kleber & Kelvin (?):


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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bem-vindos ao novo mixpoint

Sejam todos bem-vindos ao novo mixpoint. O blog recomeça hoje e o nosso assunto principal será a música.

Como vocês podem ver estamos de cara nova, com um novo logo, cores e também com uma nova página no Facebook. Meu twitter continua o mesmo (@JonatasMobile) e agora mais integrado com o blog e também com o Facebook.

As pautas aqui sempre terão como pano de fundo a música, variando entre análises, críticas, comentários de notícias, links interessantes, curiosidades, videoclipes e outras coisas que com certeza serão descobertas ao longo do caminho.

Vamos falar de artistas que são destaque, de artistas que merecem ser descobertos ou comentados, ou que já foram destaque e serão relembrados. Vamos falar também de músicas antigas que ganharam versões modernas, lançamentos, trilhas sonoras de filmes, seriados, novelas e muito mais.

Vamos contar ainda com colabores especiais, apresentados sempre que seus textos forem publicados aqui no blog.

Enfim, o novo mixpoint começa hoje e com esse post simples, mas ao longo da semana tem mais. Fiquem de olho aqui, no Facebook e no meu Twitter.

Fico por aqui e a gente se vê no próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!
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