O umbiguismo nosso de cada dia
Acabei de ler o texto Espelho, Espelho Meu na coluna do Marcus Vinicius Batista (no twitter @acasadomedo) no Boqnews.com e bateu a seguinte reflexão: somos nós ou somos nossos umbigos?
Pensamos cada vez em superar o outro e/ou julgá-los, nos dotamos de uma arrogância por sabermos mais e deixamos de lado aquilo que o outro sabe. A humildade não faz parte do DNA de muitas pessoas. Não existe o entendimento de que sabemos uma pequena parte do conhecimento todo e que todo o resto está disseminado nas outras pessoas.
Às vezes julgamos que nosso conhecimento musical é superior, nosso conhecimento de mundo é mais extenso e tantos outros "umbiguismos" que quando somos questionados a respeito de assuntos que não conhecemos dizemos que aquilo não é útil. Quem garante isso? Quem pode garantir a superioridade desse ou daquele conhecimento?
Não podemos esquecer que vivemos em sociedade e compartilhar é parte do conviver, ou pelo menos deveria ser. Talvez o compartilhar seja demasiado utópico, mas pelo menos o respeitar deveria ser condição básica da convivência.
Entretanto, cada vez mais dormimos e acordamos abraçados ao travesseiro e afogados nas nossas "próprias verdades", na ânsia de carinho e afeição. Mas sem querer compartilhar ou respeitar. E se o "meu espelho" não mostra aquilo que quero, eu troco. Afinal não preciso de correção, sou perfeito e imune a falhas, além de poder tocar e compor a minha própria melodia no piano!
Até o próximo post e, enquanto isso, estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!
Pensamos cada vez em superar o outro e/ou julgá-los, nos dotamos de uma arrogância por sabermos mais e deixamos de lado aquilo que o outro sabe. A humildade não faz parte do DNA de muitas pessoas. Não existe o entendimento de que sabemos uma pequena parte do conhecimento todo e que todo o resto está disseminado nas outras pessoas.
Às vezes julgamos que nosso conhecimento musical é superior, nosso conhecimento de mundo é mais extenso e tantos outros "umbiguismos" que quando somos questionados a respeito de assuntos que não conhecemos dizemos que aquilo não é útil. Quem garante isso? Quem pode garantir a superioridade desse ou daquele conhecimento?
Não podemos esquecer que vivemos em sociedade e compartilhar é parte do conviver, ou pelo menos deveria ser. Talvez o compartilhar seja demasiado utópico, mas pelo menos o respeitar deveria ser condição básica da convivência.
Entretanto, cada vez mais dormimos e acordamos abraçados ao travesseiro e afogados nas nossas "próprias verdades", na ânsia de carinho e afeição. Mas sem querer compartilhar ou respeitar. E se o "meu espelho" não mostra aquilo que quero, eu troco. Afinal não preciso de correção, sou perfeito e imune a falhas, além de poder tocar e compor a minha própria melodia no piano!
Até o próximo post e, enquanto isso, estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!
Espalhe por aí:

















Jonatas, obrigado pelo comentário e pelo link em seu texto. Mas o que me deixou contente - mesmo! - foi saber que minha coluna gerou outro texto, reflexivo, crítico, de qualidade. Grande abraço, Marcus Vinicius.