A intentona eleitoral de Dilma Rousseff
No último dia 04 de janeiro a virtual candidata a presidência pelo PT, Dilma Rousseff, deu uma entrevista exclusiva para o programa Superpop da Rede TV!, comandado pela Luciana Gimenez. Algumas pessoas estranharam isso, mas na verdade trata-se de uma aproximação com a população que assiste o programa, popularizando a imagem da possível candi
Para mostrar que é "gente da gente", vale tudo: até fritar um ovo no programa e dizer que será avó. Um apelo para o sentimentalismo da população e das mulheres também, que se identificam com uma pessoa que fazem tudo que elas fazem no dia a dia ou, numa extensão livre, as mulheres se identificam com uma pessoa que é o que elas são.
Não podemos afirmar agora se é o melhor a se fazer, mas de fato é um caminho já que uma parte da população de baixa renda assiste o programa por causa de seus temas bizarros e alguns até por se identificarem com o estilo da atração. Vale lembrar que se o programa está no ar há tanto tempo é porque tem pessoas que assistem e gostam da atração. Logo sua fórmula é atraente para alguém.
Discussões sobre a qualidade do programa à parte, o fato é que ele tem um público e o PT quer atingi-lo de alguma forma, assim como o PSDB também quer isso já que no dia 21 de maio do ano passado foi a vez do José Serra participar do programa.
E nessa intentona eleitoral vale tudo para popularizar a imagem de Dilma, assim como vale tudo para o PT mostrar que o Lula teve uma origem humilde e etc., o que já foi feito com o filme "Lula O Filho do Brasil". O que o filme tem a ver com a Dilma? Ora, é simples: Lula, que teve uma vida muito parecida com a da maioria dos brasileiros, é o principal apoiador da campanha. Logo, se alguém que é "gente como a gente" apoia a Dilma, é porque ela é "boa pessoa".
Vale dizer ainda que, de acordo com a Coluna Ooops! do UOL Notícias, a entrevista de Dilma no Superpop registrou uma média pequena, de 1,7 com pico de 3,1 pontos. Esse número é considerado pequeno porque em algumas edições o programa já atingiu 6 pontos no IBOPE. Durante o entrevista, o programa chegou a ficar até com 0,6 pontos
Não podemos afirmar se esse baixo índice é por causa de uma virtual e imaginada rejeição à Dilma, ou se o povo gosta mesmo é de baixaria no programa. Mas que a estratégia não deu muito certo, isso não deu. Pelo menos de acordo com os dados do IBOPE.
data.Para mostrar que é "gente da gente", vale tudo: até fritar um ovo no programa e dizer que será avó. Um apelo para o sentimentalismo da população e das mulheres também, que se identificam com uma pessoa que fazem tudo que elas fazem no dia a dia ou, numa extensão livre, as mulheres se identificam com uma pessoa que é o que elas são.
Não podemos afirmar agora se é o melhor a se fazer, mas de fato é um caminho já que uma parte da população de baixa renda assiste o programa por causa de seus temas bizarros e alguns até por se identificarem com o estilo da atração. Vale lembrar que se o programa está no ar há tanto tempo é porque tem pessoas que assistem e gostam da atração. Logo sua fórmula é atraente para alguém.
Discussões sobre a qualidade do programa à parte, o fato é que ele tem um público e o PT quer atingi-lo de alguma forma, assim como o PSDB também quer isso já que no dia 21 de maio do ano passado foi a vez do José Serra participar do programa.
E nessa intentona eleitoral vale tudo para popularizar a imagem de Dilma, assim como vale tudo para o PT mostrar que o Lula teve uma origem humilde e etc., o que já foi feito com o filme "Lula O Filho do Brasil". O que o filme tem a ver com a Dilma? Ora, é simples: Lula, que teve uma vida muito parecida com a da maioria dos brasileiros, é o principal apoiador da campanha. Logo, se alguém que é "gente como a gente" apoia a Dilma, é porque ela é "boa pessoa".
Vale dizer ainda que, de acordo com a Coluna Ooops! do UOL Notícias, a entrevista de Dilma no Superpop registrou uma média pequena, de 1,7 com pico de 3,1 pontos. Esse número é considerado pequeno porque em algumas edições o programa já atingiu 6 pontos no IBOPE. Durante o entrevista, o programa chegou a ficar até com 0,6 pontos
Não podemos afirmar se esse baixo índice é por causa de uma virtual e imaginada rejeição à Dilma, ou se o povo gosta mesmo é de baixaria no programa. Mas que a estratégia não deu muito certo, isso não deu. Pelo menos de acordo com os dados do IBOPE.














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