Medicina Paliativa é especialidade pouco desenvolvida na Baixada Santista
Por Jéssyca Rolemberg Gomes
Publicado originalmente no jornal laboratorial Baixada Informa
Com a abordagem da novela “Viver a Vida” da Rede Globo, a Medicina Paliativa, uma especialidade ainda em desenvolvimento no Brasil, vem sendo conhecida pela população em geral. O tratamento paliativo, que surgiu no Reino Unido, na década de 80, tem como principal objetivo dar qualidade de vida ao paciente.
De acordo com o psicólogo e professor universitário Hélio Alves, a Medicina Paliativa é desenvolvida em pacientes crônicos, os denominados pacientes terminais, a fim de amenizar a dor e fornecer qualidade de vida. “Como profissionais de psicologia, temos que ensinar o paciente a conviver com a doença. Identificar as coisas boas da vida, sem negar o real”, comenta.
Os cuidados paliativos são efetuados por uma grande equipe, composta de médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas. “No meu ver, os cuidados paliativos devem ser fornecidos por todos os profissionais da área da saúde, independente da especialização”, diz Alves.
Na Baixada Santista, não há centros de tratamentos paliativos, e poucos médicos são especializados nessa área. O Programa de Internação Domiciliar (PID) e o Programa de Assistência Domiciliar (PAD), que são desenvolvidos pela Prefeitura de Santos, realizam um tratamento com métodos que se assemelham aos utilizados na Medicina Paliativa.
Hélio Alves comentou ainda que, há cerca de dez anos, dirigiu um projeto chamado “Tratamento de Pacientes Terminais”, no hospital Guilherme Álvaro, mesmo antes de conhecer o ramo da Medicina Paliativa. “Sempre vi a necessidade de uma maior atenção, um tratamento especial, trabalhar em cima desse sofrimento psíquico”, conta.
A técnica em enfermagem Rita de Cássia Moura, que trabalha no Hospital Frei Galvão, comenta que seria muito importante poder contar com especialistas em cuidados paliativos. “Além de amenizar o sofrimento do paciente, aliviando suas dores, é uma forma de tranqüilizar os familiares” conta a técnica.
Publicado originalmente no jornal laboratorial Baixada Informa
Com a abordagem da novela “Viver a Vida” da Rede Globo, a Medicina Paliativa, uma especialidade ainda em desenvolvimento no Brasil, vem sendo conhecida pela população em geral. O tratamento paliativo, que surgiu no Reino Unido, na década de 80, tem como principal objetivo dar qualidade de vida ao paciente.
De acordo com o psicólogo e professor universitário Hélio Alves, a Medicina Paliativa é desenvolvida em pacientes crônicos, os denominados pacientes terminais, a fim de amenizar a dor e fornecer qualidade de vida. “Como profissionais de psicologia, temos que ensinar o paciente a conviver com a doença. Identificar as coisas boas da vida, sem negar o real”, comenta.
Os cuidados paliativos são efetuados por uma grande equipe, composta de médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas. “No meu ver, os cuidados paliativos devem ser fornecidos por todos os profissionais da área da saúde, independente da especialização”, diz Alves.
Na Baixada Santista, não há centros de tratamentos paliativos, e poucos médicos são especializados nessa área. O Programa de Internação Domiciliar (PID) e o Programa de Assistência Domiciliar (PAD), que são desenvolvidos pela Prefeitura de Santos, realizam um tratamento com métodos que se assemelham aos utilizados na Medicina Paliativa.
Hélio Alves comentou ainda que, há cerca de dez anos, dirigiu um projeto chamado “Tratamento de Pacientes Terminais”, no hospital Guilherme Álvaro, mesmo antes de conhecer o ramo da Medicina Paliativa. “Sempre vi a necessidade de uma maior atenção, um tratamento especial, trabalhar em cima desse sofrimento psíquico”, conta.
A técnica em enfermagem Rita de Cássia Moura, que trabalha no Hospital Frei Galvão, comenta que seria muito importante poder contar com especialistas em cuidados paliativos. “Além de amenizar o sofrimento do paciente, aliviando suas dores, é uma forma de tranqüilizar os familiares” conta a técnica.
Até o próximo post e, enquanto isso, estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!














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