sábado, 27 de abril de 2013
Sarah Brightman e o CD The Harem Tour (Limited Edition)
Espalhe por aí:
Durante a The Harem World Tour, Sarah Brightman vendeu um cd onde sobras de álbuns, canções inéditas, colaborações com outros artistas/bandas e canções inacabadas se misturaram e deram origem a uma obra única e que mostra o poder criativo da multifacetária cantora. Estou falando do álbum The Harem Tour.
Batidas eletrônicas, canto gregoriano, vocais líricos e muito mais numa combinação perfeita: assim é esse álbum que ganha hoje, aqui no MixPoint, um post especial onde, faixa a faixa, mostrarei as explicações das músicas que, para quem ouviu, saem do perfil, digamos, "padrão" da cantora. Para quem não ouviu, não tem boa notícia: a turnê já acabou e, na loja virtual do site oficial, o cd não se encontra mais disponível. Nas redes P2P, é muito raro encontrar alguma coisa. E quando se acha, são faixas aleatórias, dificilmente formando o álbum todo.
Abaixo seguem as faixas e uma tradução livre do encarte do cd, onde a Sarah explicou cada uma das músicas. Junto, coloco algumas considerações minhas sobre as faixas. Para ler a letra e a tradução, clique nos nomes das canções:
:: Kama Sutra - Faixa instrumental, foi registrada durante as gravações do álbum Harem com a idéia de ser uma música de abertura, mas a Sarah achou que a introdução de Harem ficaria muito longa.
:: Join Me - Cover de uma banda finlandesa chamada HIM. Foi lançada no terceiro álbum do grupo Gregorian.
:: My Imagination - De ritmo deliciosamente dançante, essa balada pop-eletrônica foi registrada três anos antes do início das gravações do álbum Harem.
:: Don't Give Up - A primeira colaboração da Sarah para o Gregorian, lançada no primeiro álbum do grupo.
:: Forbidden Colours - Originalmente gravada para o álbum La Luna, foi descartada por não combinar com as outras canções. A Sarah afirma que nunca terminou ela...
:: The Smile - É uma das duas músicas que ela gravou com o grupo alemão Schiller. Essa canção foi incluída no álbum "Leben".
:: Pay No Mind - Com presença forte de batidas e outros elementos da música eletrônica, essa foi uma das primeiras faixas dançantes que a Sarah gravou depois de "Starship Trooper". A ideia original é que ela fizesse parte do álbum Eden, mas decidiu-se o contrário. Um amigo dela chamado Perplexer terminou-a para esse álbum. Cá entre nós, realmente essa música não se encaixa no Eden: ela tem tudo para virar febre nas pistas das casas noturnas mundo afora.
:: A Question Of Honour (Extended Version) - É uma rara versão estendida do primeiro single dessa música. Posteriormente, essa faixa foi reeditada, ganhou uma nova roupagem e se tornou um grande sucesso na Alemanha.
:: Voyage Voyage - é uma das músicas dos anos 80 favorita da Sarah. Nessa época, a canção era um grande hit em toda a Europa. Sarah ficou muito feliz por incluí-la nessa compilação. Esse cover do Desireless foi lançado como faixa-bônus em algumas versões do segundo álbum do Gregorian.
:: Colours Of The Rainbow - Outra canção que estava nos primeiros rascunhos de Harem. Decidiu-se não colocá-la por parecer muito simples. E realmente, é uma faixa muito simples e que não cabe na grandiosidade da obra que é o álbum. Mais uma decisão sabia de Sarah e sua equipe!
:: The Secret Still Remains - Essa canção apresenta a Sarah como vocalista convidada do grupo de alemão Sash!. Mais uma canção que tem tudo para fazer sucesso nas pistas de dança. Um trance muito gostoso e ritmado.
:: I've Seen It All - Outra faixa que ela gravou com o Schiller. Eles ainda não a lançaram, então a Sarah achou que poderia...
:: Watermark - É uma versão com vocais da música da Enya. Originalmente gravada para o álbum Timeless (Time To Say Goodbye), nunca foi terminada pois a Enya e sua gravadora (a mesma da Sarah na época) ameaçaram proibir o lançamento e venda do cd da Sarah.
Fico por aqui e a gente se vê no próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Tchau!
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Top 10 músicas que contam histórias: Sarah Brightman com "Naturaleza Muerta"
Espalhe por aí:
Continuando o Top 10 músicas que contam histórias, a partir de agora vou apresentar dois artistas que gravaram várias músicas que narram sagas. Vamos começar pela inglesa Sarah Brightman que ao todo já gravou 3 músicas nesse estilo.
A primeira delas é Naturaleza Muerta do álbum Timeless, que no Brasil foi lançado com o título de Time To Say Goodbye, em 1997. A canção foi regravada do grupo espanhol Mecano e conta a história de Ana que perdeu seu marido Miguel para o mar pois este estava apaixonado por ela e, por ciúme, não queria que ela tivesse nenhum homem.
Porém, o amor de Ana por Miguel é tão grande que de tanto esperá-lo acabou virando uma pedra. E Miguel, ainda querendo voltar para seu amor, luta bravamente com o mar provocando fortes ondas nos dias de tempestade.
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A primeira delas é Naturaleza Muerta do álbum Timeless, que no Brasil foi lançado com o título de Time To Say Goodbye, em 1997. A canção foi regravada do grupo espanhol Mecano e conta a história de Ana que perdeu seu marido Miguel para o mar pois este estava apaixonado por ela e, por ciúme, não queria que ela tivesse nenhum homem.
Porém, o amor de Ana por Miguel é tão grande que de tanto esperá-lo acabou virando uma pedra. E Miguel, ainda querendo voltar para seu amor, luta bravamente com o mar provocando fortes ondas nos dias de tempestade.
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#VergonhaAlheia do mês: “Jesus humilha satanás! TA-NÁS!”
Espalhe por aí:
E a versão gospel de The Rhythm Of The Night da Corona está fazendo sucesso por aí. E tem gente por aí cantando Jesus Humilha Satanás até dentro do ônibus:
Sabe aquele vídeo que te deixa com muita vergonha alheia?? Então...
E vale destacar também a versão remix:
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Sabe aquele vídeo que te deixa com muita vergonha alheia?? Então...
E vale destacar também a versão remix:
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E se as bolas fossem substituídas por gatos no esporte?
Espalhe por aí:
O blog "Sport Balls Replaced With Cats", algo como "Bolas substituídas por gatos no esporte" em tradução livre, posta imagens muito legais de gatos em cenas esportivas no lugar das bolas:
![]() |
| No baseball... |
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| Na cabeça do Ronaldinho Gaúcho... |
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| E até nas mãos do Pelé, o rei do futebol! |
Dica do @silviogois.
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Top 10 músicas que contam histórias: Frederico Salvatore com "Sulla Porta"
Espalhe por aí:
Continuamos o Top 10 e hoje a música é polêmica! Resgato uma canção do cantor italiano Frederico Salvatore na edição de 1996 do Festival de San Remo. Sulla Porta narra um conflito familiar entre mãe e filho ao contar a história de um homem que sai de casa para ir viver com seu marido.
E não para por aí não!
O filho aproveita para sair de casa com a alma lavada e diz para a mãe que a mãe se faz de vítima indefesa e por isso perdeu o marido, além de narrar histórias da infância do filho como quando ele se maquiava no banheiro e de quando se descobriu homossexual durante uma tarde de estudos com um amigo.
Vários outros conflitos são relatados também como as tentativas de relacionamento com outras mulheres e o principal: o filho diz que não se importa com o que os vizinhos vão falar e com os problemas que isso pode causar na vida dele daquele ponto em diante.
Na época, a canção trouxe um tema novo para o festival e também uma surpresa: a Rai, televisão responsável por transmitir o evento, censurou a letra original e na versão que foi ao ar um dos trechos foi substituído: ao invés do filho dizer "sou diferente, mamãe. Sou um homossexual", ele fala "sou diferente, mamãe. E isso te faz mal".
Algo me diz que Marco Feliciano não vai gostar dessa música. Confere aí:
A tradução e letra original podem ser encontradas aqui.
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E não para por aí não!
O filho aproveita para sair de casa com a alma lavada e diz para a mãe que a mãe se faz de vítima indefesa e por isso perdeu o marido, além de narrar histórias da infância do filho como quando ele se maquiava no banheiro e de quando se descobriu homossexual durante uma tarde de estudos com um amigo.
Vários outros conflitos são relatados também como as tentativas de relacionamento com outras mulheres e o principal: o filho diz que não se importa com o que os vizinhos vão falar e com os problemas que isso pode causar na vida dele daquele ponto em diante.
Na época, a canção trouxe um tema novo para o festival e também uma surpresa: a Rai, televisão responsável por transmitir o evento, censurou a letra original e na versão que foi ao ar um dos trechos foi substituído: ao invés do filho dizer "sou diferente, mamãe. Sou um homossexual", ele fala "sou diferente, mamãe. E isso te faz mal".
Algo me diz que Marco Feliciano não vai gostar dessa música. Confere aí:
A tradução e letra original podem ser encontradas aqui.
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