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ano VIII | v 8.15

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SOBRE O AUTOR


Clique aqui e saiba um pouco mais sobre mim: um estudante de jornalismo que quase virou administrador de redes, além de já ter tentado cantar, atuar e que hoje bloga, twitta e tem um milhão de ideias na cabeça.


terça-feira, 31 de agosto de 2010

Música da Vez: Enya - My! My! Time Flies!

Parei de acompanhar o trabalho da Enya há anos. Achei que ela estava seguindo uma proposta artística muito repetitiva e para mim o artista tem que inovar, trazer ideias, misturar outras e etc.

Ontem estava navegando no You Tube e achei um vídeo não oficial da música My! My! Time Flies!, presente no álbum And Winter Came. Achei a animação genial, ela traduz bem o sentido da letra. Aliás, a música tem uma batida bem moderna, e quem conhece o trabalho da Enya sabe bem do que estou falando. Veja só:



Essa música fez com que eu voltasse a acompanhar o trabalho da cantora. Quem sabe agora ela coloque alguns elementos novos na sua criação? Vou torcer!

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Entrevista: Oscar Kennedy, o autor de Lucas Celebridade Song

Ele escreveu, cantou, produziu e postou uma música feita especialmente para o blogueiro Lucas Celebridade e se tornou um dos maiores hits da web no início deste mês, durante o dia da trollagem do bem. Hoje seu vídeo tem mais de 40 mil views. Eu entrevistei rapidamente o estudante Oscar Kennedy, autor de Lucas Celebridade Song. Veja como foi a nossa conversa:

Como surgiu a ideia de fazer a música?
Tenho vários contatos mais influentes que eu em redes sociais e um deles, o @urielgoncalves já sabia do movimento a favor do Lucas Celebridade e sabia também que eu faço músicas "bem humoradas" e com temas diversos. Um certo dia ele me deu a ideia de fazer uma música que falasse do Lucas e me explicou todo o movimento organizado pelos blogueiros, então eu pesquisei a vida do Lucas e fiz a música. Eu não imaginava que ela teria o sucesso que teve e quando eu vi a música em blogs como o Não Salvo, Caixa Pretta e até no Lucas Fama Pop, não acreditei.

Quem trabalhou na produção?
A letra e a voz são minhas, mas o instrumental foi baixado da internet. Fiz a letra conforme o ritmo e gravei em casa mesmo, com um microfone simples (desses usados em MSN ou Skype).

Quanto tempo demorou até ficar pronta?
A produção foi 100% minha e tempo gasto escrevendo a letra, gravando e postando no YouTube foi de aproximadamente 4 horas, uma manhã.

Bem, Oscar. Antes de continuar, vamos ver o vídeo da música:


O refrão cola na mente e eu estou cantarolando aqui. Você acompanha o trabalho do Lucas? O que acha?
Antes de o @urielgoncalves me dar a ideia de fazer a música eu nunca tinha ouvido falar do Lucas Celebridade, mas pesquisei sobre a sua vida para escrever a letra e hoje sei o que todo mundo sabe ou até mais um pouco, pois temos contato por MSN. O Lucas é um exemplo de persistência, o sonho dele é ser famoso e ele busca essa fama todos os dias, sem descansar, e isso é uma qualidade admirável.

Quais as reações que você já recebeu do vídeo?
Os comentários do YouTube são quase sempre agressivos, especialidade dos trolls e das pessoas que não conhecem a história do Lucas ou não conhecem a pessoa e por isso eu bloqueei os comentários. Mas sempre há comentários positivos, elogiando a música, ou a celebridade.

Quantos views a música tem hoje?
Hoje a LUCAS CELEBRIDADE SONG tem mais de 40 mil views e aumenta cada dia mais. No dia que foi postada, recebi muitas replies no Twitter, inclusive de blogueiros famosos e hoje a música toca em rádios do Piauí e de parte do Maranhão, todos cantam "LUCAS CELEBRIDADE, LUCAS CELEBRIDADE, CONHECIDO NO PIAUÍ, FAMOSO NA SUA CIDADE".

Você já produziu outras músicas?
A minha primeira música postada no YouTube foi a ME SEGUE NO TWITTER e fez um pequeno sucesso, pequeno mesmo. Hoje tem aproximadamente 4.800 views, mas fiquei sabendo que virou sucesso em escolas de São Paulo, Rio de Janeiro e Acre. ME SEGUE NO TWITTER e LUCAS CELEBRIDADE SONG são as únicas músicas que eu postei mas tenho várias outras escritas, mas me falta tempo para gravá-las, pois faço Psicologia na UFMT e estudo em período integral.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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sábado, 28 de agosto de 2010

Kino-Olho 74: Obscenidades para uma dona de casa

Filme ensaio a partir do roteiro de Fernanda Tosini, adaptação do conto "Obscenidades para uma dona de casa" do escritor Ignácio de Loyola Brandão. Interpretação de Wall Morari e Claudio Lopes (voz).



Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As promessas quebradas de fidelidade na política

Em 2006 o candidato a presidente José Serra deixou a prefeitura de São Paulo para concorrer a uma vaga no governo do estado. Por causa disso, é bastante criticado por partidos adversários e por seus concorrentes.

Na verdade, não é só ele que faz isso. Esses casos de políticos que abandonam um barco menor no meio da viagem para poderem embarcar em um maior são recorrentes e mais comum do que imaginamos.

Perde todo mundo: a população que votou e o político em questão, que deixa de ter credibilidade pois seus adversários não deixarão isso ser esquecido. O problema é quando o até mesmo os adversários esquecem isso, e os jornalistas deixam de lembrar.

Por outro lado, existe uma pressão partidária que faz o político se candidatar ao cargo, muitas vezes deixando o cargo anterior. Aí quem perde é o partido: perde a noção de que deve governar e não formar políticos profissionais.

Certa vez conversava com um candidato a vereador de baixa popularidade, e de quem agora não lembro mais o nome, e ele disse que "uma eleição é uma espécie de casamento com a população". Logo, podemos comparar o papel do político que ganha uma eleição para um cargo menor e decide abandoná-lo para se candidatar a um maior, ao do marido que casa e depois troca a esposa mais, digamos, "modesta" por uma boazuda que os amigos ficam babando.

As promessas quebradas de fidelidade à cargos políticos é tema de um post do blog Conversas e Distrações. Vale a pena ler.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Dilma "comercial de margarina" do horário eleitoral

Tenho percebido que a Dilma do horário eleitoral está bem diferente da Dilma que conhecemos dos jornais. Queria escrever um texto sobre isso, mas ando sem tempo. Vi esse post no blog do Guilherme Fiuza e ele ajuda a ter uma visão melhor sobre o assunto. Vou transcrevê-lo abaixo, mas antes quero fazer algumas considerações.

De fato, o marketing político à volta da candidata está transformando em uma mãe que o país nunca teve, vendendo o fato de ela ser mulher como um diferencial humano-sentimental. Entretanto, as brigas de bastidores, que o texto do Fiuza cita, foram substituídas por cenas dóceis e meigas.

A equipe de marketing de Serra também trabalha nesse sentido, mas o roteiro da Dilma está mais bem elaborado, convence mais. Enquanto brinca com o cachorro no horário eleitoral, na entrevista ao Jornal Nacional ela dá a entender que lidará com as brigas dos deputados e senadores do mesmo jeito que se separa uma briga entre irmãos. Óóóóóóóóóóóóóówn! Que fofura, não é mesmo?

Vamos ao texto:

Dilminha paz e amor

O Brasil respira aliviado. A candidata que lidera as pesquisas para presidente não é nada daquilo que você estava pensando. Você é um maldoso.


Dilma Rousseff é uma flor de pessoa. Um doce de coco. Depois de assistir à sua aparição no primeiro dia do horário eleitoral, não há o que temer. Se ela for eleita, o Brasil será um lugar aconchegante – quase um útero materno.


Todas as fotos fofinhas de álbum de família, desta vez, pareciam ser dela mesma. A famosa foto de Norma Benguell, sua dublê nas passeatas de 68, ficou fora da edição. Em compensação, o Brasil conheceu o cachorro de Dilma Rousseff.


Essa mulher tenra que, como sabemos agora, vive imersa num mar de sentimentos bons, que tem cada passo guiado pelo amor ao próximo (não ao próximo cargo, como alguns imaginavam) – essa mulher, enfim, tem um cachorro.


E a julgar pelo tempo ocupado pelo animal no horário político, ele é quase tão importante quanto Lula. O ex-governador Olívio Dutra aparecia dizendo que Dilma é ótima para trabalhar em equipe, e lá vinha o cachorro, obediente, trazendo de volta o objeto atirado pela dona. Um argumento e tanto.


Nas imagens de harmonia e felicidade entre Dilma Rousseff e seu cão fiel, não aparece nenhuma patada – daquelas que a dona costumava dar em seus interlocutores, especialmente jornalistas. Pelo visto, foi tudo um mal-entendido. A ex-ministra de Lula que reapareceu no horário eleitoral só tem paz e amor no coração.


A prova disso é o seu sorriso de menina ao contar que viu, aos 17 anos, o Brasil cair nas mãos dos militares. Ela estava na escola, e a agitação do momento político a encantava. Dir-se-ia que Dilma estava narrando uma gincana colegial. Depois foi presa, e também na prisão aprendeu a viver em harmonia.


O Dalai Lama ia morrer de inveja de tanta serenidade.


Na vida da verdadeira Dilma, que finalmente conhecemos graças ao emocionante filme feito por seus marqueteiros, não há nem sombra de autoritarismo. Aquela megera que invadia a Receita Federal para mandar ajudar o Sarney, que organizava dossiês contra adversários políticos, que conspirava com os companheiros chavistas contra a imprensa burguesa, que fraudava seu próprio currículo para virar doutora – essa mulher, felizmente sabemos agora, não existe.


Quem existe é a mãe zelosa, que tem basicamente duas preocupações na vida: o sono de sua filha única e a proteção aos pobres.


Lula disse, no programa, que bastou um único encontro com Dilma em seu gabinete para transformar a desconhecida em ministra. A bondade realmente é um dom irresistível.


E lá vai o Brasil às urnas, embalado por essa cantiga de ninar. Um dia ele acorda.


Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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sábado, 21 de agosto de 2010

Kino-Olho 72: O sonho de Wall

Hoje temos um filme-ensaio com roteiro de Wall Morari e interpretação de Claudio Lopes, Alyne Arins, João de Lima Neto, Lazaro Maciel, Demetrius e Rafael. A estória é inspirada no sonho que Wall teve após a morte de seu pai, o Matuto (Seu Miguel).



Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Campanha eleitoral vira opção de emprego

A campanha eleitoral é um mercado gigantesco alimentado pelo dinheiro dos partidos, oriundo de diversas fontes inclusive do bolso dos contribuintes. Segundos declarações dos comitês de campanha, só os candidatos à presidente desembolsarão cerca de 460 milhões de reais para tentar se eleger. Se somarmos os valores dos candidatos aos demais cargos em todo o país, esse valor ultrapassa a cifra de 1 bilhão de reais.

Todo esse dinheiro vai para financiar desde o programa eleitoral que vemos na TV ou ouvimos no rádio, ao panfleto que recebemos nas ruas. Isso gera um mercado de trabalho temporário que emprega milhares de pessoas por todo o país, ajudando a complementar a renda de muitas famílias. Já em outros casos, as eleições garantem uma renda fixa pelo menos no período de campanha, como mostra a reportagem de Pedro Nogueira, publicada originalmente no jornal Agência Facos de 15 de agosto de 2010:

Faltando mais de um mês para as eleições de 2010, que ocorrerão no dia 3 de outubro, surgem novas oportunidades de emprego a curto prazo nas campanhas eleitorais. Segurar a bandeira e distribuir panfletos dos candidatos são algumas das opções dos trabalhadores.

Na Praça Independência no bairro do Gonzaga, em Santos, muitas pessoas trabalham para campanhas políticas, sendo a maioria delas jovens, que necessitam de um emprego para ter a sua renda própria. O estudante de Administração de Empresas da Unimonte Marcus Vinícius, de 18 anos, que trabalha para um candidato a deputado estadual pelo partido PSDB, diz que é importante ter seu próprio dinheiro para comprar o que quiser e o que estiver necessitando. ”Recebo R$550,00 por mês e gasto com o que eu quiser sem precisar ficar pedindo para o meus pais”, ele explica.

Marcus ainda enfatiza que já trabalhou para outro candidato, do PT, e diz que resolveu mudar porque trabalhava demais, sendo o primeiro período das 8 às 12 horas da manhã, e o segundo das 14 às 18 da tarde, porém Marcus recebia por volta de R$650,00, valor superior ao que recebe no partido em que trabalha no momento.

A estudante Suellen Pereira da Silva, de 20 anos, que entrega panfletos, diz que o motivo para trabalhar na campanha é o fato de mandar currículos e não ser chamada para nenhum emprego. A estudante trabalha desde o dia 30 de julho e pretende ficar até o dia 30 de setembro, data que encerra os trabalhos eleitorais nas ruas.

Já Renato Chavez de Souza, de 27 anos, que trabalha para um candidato do PSDB, diferente das demais pessoas entrevistadas, tem um emprego fixo em uma empresa e trabalha também na campanha. Ele completa que o trabalho veio na hora certa, pois está afastado do emprego. “Trabalho porque necessito, e quando acontecem imprevistos, tem que pegar qualquer oportunidade de emprego”, explica Chavez.

Assim como Renato, a secretária Regina Escanhola, de 51 anos, que trabalha para o partido Democratas entregando panfletos, tem dois empregos. Ela trabalha na campanha e também é secretária. Escanhola recebe R$ 800,00 e diz trabalhar na na eleição para fazer "bico".

Todos os trabalhadores de campanhas eleitorais devem ficar atentos às normas e restrições da legislação trabalhista referentes aos funcionários temporários ou autônomos. Devem procurar ainda firmar acordos formais de trabalho para evitar transtornos na hora da rescisão ou durante a prestação do serviço, além de, é claro, observar à legislação eleitoral.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile.


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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Análise de Reinaldo Azevedo sobre Dilma Rousseff no debate do UOL

O Brasil precisa de continuidade governamental. Já não dá mais para um novo governo assumir a presidência e fazer de conta que o anterior não existiu ou que só fez coisas ruins. Lula desprezou isso durante seu primeiro mandato. É histórico, é só lembrar do termo "herança maldita". E agora parece ter virado a casaca. Estranhezas na mudança de discurso à parte, o texto publicado ontem dentro do blog de Reinaldo Azevedo no portal Veja analisa muito bem essa questão:

A mentira histórica contada por Dilma no debate Folha/UOL

“Aprovamos o Plano Real e, mais do que isso, levamos à frente e o utilizamos de forma adequada”.

De quem é a frase? Da petista Dilma Rousseff no debate da Folha/UOL. Caso Serra dissesse uma flagrante mentira, dessas escandalosas, contra todas as evidências dos fatos, contra a história, contra o modo como se organizou a política de 1994 a esta data, o jornalismo online estaria noticiando a mentira em letras garrafais. Amanhã, os colunistas isentos fariam a festa no jornalismo impresso.

A mentira grotesca contada por Dilma ficará por isso mesmo. O Plano Real não se resumiu a uma ou duas medidas. Tratou-se de um conjunto. O PT se opôs a todas, a rigorosamente todas, em especial ao plano de estímulo à reestruturação dos bancos, o Proer, que garantiu a saúde do sistema financeiro brasileiro e foi fundamental para assegurar a estabilidade da moeda. Só para lembrar: a reestruturação custou o fim do Banco Nacional, de que netos de FHC eram herdeiros. É isto: FHC chegou ao poder com netos herdeiros de bancos (sua então nora era da família Magalhães Pinto, que controlava a instituição); quando saiu, aqueles mesmos netos eram, como a maioria de nós, do MSB, o Movimento dos Sem-Banco.

Nota à margem: a família Lula da Silva deu mais sorte. O patriarca chegou ao poder, e um de seus filhos era monitor de jardim zoológico. Hoje, o mesmo filho, Lulinha, é o dono da Gamecorp, aquela empresa que recebeu uma generosa injeção de dinheiro da então Telemar, hoje Oi, de que o BNDES era e é sócio. A história do “movimento operário” nestepaiz é realmente muito linda!!!

Adiante. O PT afirmava que o Proer não passava de mamata para banqueiros — e com o endosso de setores do jornalismo; aqueles mesmos que se calarão, agora, diante da mentira contada por Dilma.

O partido se opôs ao Plano Real, sim, tanto que fez a campanha eleitoral de 1994 tentando demonstrar os malefícios todos que ele causaria ao Brasil. E passou os oito anos seguintes tentando sabotar a estabilidade.

No máximo, a petista poderia dizer que seu partido “aprovou” o Real depois que estava no poder, sem jamais reconhecê-lo. Ao contrário. Teve lugar o discurso no qual ela navega até hoje: “Nunca antes na história destepaiz”.

É impressionante que a mentira seja dita de modo tão explícito, tão escancarado, e que a reação seja praticamente nenhuma. Mas vá Serra lançar no ar um dado impreciso que seja… Vira manchete. De novo: isso nada tem a ver com as minhas afinidades com esse ou com aquele. Contentem-me demonstrando quem é que está dando destaque à mentira histórica.

Ora, se o PT tivesse aprovado o Plano Real, a clivagem que hoje existe na política brasileira não teria como seus principais protagonistas o PT e o PSDB. Sem essa! Depois de ter tentado apagar da memória do país as conquistas dos adversários, os petistas agora tentam roubá-las.
Vale lembrar que o governo petista também deixará uma herança maldita. Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile.


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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

TecnoClipping: Internet Explorer 9, Toshiba lança seu tablet: o Libretto

Vem aí o Internet Explorer 9

O Mashable postou um vídeo mostrando a nova versão do Internet Explorer em um rigoroso teste de desempenho, e faz ainda uma comparação ao Google Chrome:



A data de lançamento oficial do Internet Explorer 9 foi fixada para o dia 15 de setembro e a Microsoft liberou uma versão beta para usuários avançados. Essa nova edição do navegador conta com recursos de aceleração gráfica e HTML 5, um grande avanço para a empresa já que o navegador, que atualmente tem o maior número de usuários no mundo, era o único que ainda não suportava o formato.

Vale lembrar que o Firefox, um dos pesadelos da Microsoft, oferece suporte ao formato desde a versão 3.5, lançada em junho de 2009. A versão 8 do Internet Explorer foi lançada em março do mesmo ano e veio sem o suporte. O HTML 5 elimina a necessidade de plug-ins para aplicações multimídia, como players de vídeo e áudio, em navegadores.


Toshiba lança seu tablet: o Libretto

A gente já tinha falado dele aqui no blog e agora é oficial: a Toshiba lançou seu tablet (modelo de aparelho que se tornou popular com o lançamento do iPad da Apple) de duas telas: o Libretto. Ele começa a ser vendido na próxima segunda nos Estados Unidos e é uma mistura de tablet com netbook. Ele tem duas telas sensíveis ao toque e pode ser usado como um notebook, através de um software que cria um teclado virtual em uma das telas, ou fechado como um tablet ou um leitor digital no estilod do Kindle, da Amazon.

O dispositivo pesa 700 gramas e tem processador Intel Pentium U5400, Windows 7 Home Premium, 2 Gb de memória, drive SSD de 62GB, conexão wireless, Bluetooth, webcam e entrada USB, MicroSD.

O vídeo a seguir tem uma ótima demonstração de como o produto funciona:



Outras fotos do Libretto estão disponíveis no blog Link.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O celular controlado pela mente

Vamos deixar um pouco de lado a cobertura eleitoral para falar de tecnologia. Cada vez mais os aparelhos parecem fazer parte da rotina do dono, como se fosse um animal de estimação. Sair sem celular para muitas pessoas é como sair sem uma peça importante da roupa.

E agora os celulares vão conseguir "adivinhar" o que pensamos e executar aquilo que imaginamos. Pelo menos é essa a proposta da Nokia, que desenvolve um aplicativo para celular que é operado pela mente.

De acordo com o blog Re:bit, basta colocar o Neurosky, um headset que mede ondas cerebrais, se concentrar e pronto: dependendo do nível de concentração, o celular executa determinadas ações, entre elas selecionar contatos e fazer ligações. O sistema, que roda no Nokia N900, ainda é primitivo e seu principal problema é o tamanho do headset.

Vamos ver um vídeo que explica melhor como tudo funciona:



Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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domingo, 15 de agosto de 2010

Bizarrices eleitorais


Fazer palhaçada, ser subcelebridade e tantas outras artimanhas já não são suficientes para os políticos menos conhecidos na área chamarem a atenção. Agora eles estão... é... Veja você mesmo:







Vi primeiro no blog Futepoca e aqui tem muito mais.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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sábado, 14 de agosto de 2010

Análise das entrevistas dos presidenciáveis ao Jornal Nacional

Nesta semana o Jornal Nacional da Rede Globo entrevistou os principais candidatos à presidência. A candidata do PT à presidência Dilma Roussef foi entrevistada da segunda-feira, a candidata do PV Marina Silva na terça-feira e o candidato do PSDB José Serra na quarta. Na quinta, Plínio de Arruda Sampaio foi o entrevistado do telejornal, em uma espécie de entrevista bônus, já que ele foi um dos grandes destaques do debate da Band, se tornando por causa disso um dos assuntos mais comentados no Twitter.

A proposta das entrevistas foi abordar os temas polêmicos das candidaturas além de confrontar os candidatos com suas realizações em cargos públicos.

Ao longo da semana, publiquei aqui no blog os vídeos das entrevistas e hoje coloco no ar uma análise das três. Vou seguir a ordem adotada pelo telejornal, que foi definida em sorteio e começo com Dilma Rousseff:


Dilma Rousseff

Durante a entrevista, Dilma se mostrou nervosa e transmitiu um despreparo, assim como Lula em 2006. A entrevista foi boa, questionadora e Dilma deixou claro alguns pontos. Poderia ter sido melhor se focasse menos em realizações e mais em projetos futuros, mas é sabido que essa é uma característica marcante de quem está no poder.

Dilma fez uma analogia infeliz ao comparar a administração das brigas no congresso com as brigas em família. Qualquer mãe com muitos filhos, e remeto à memória que tenho da minha infância para escrever esse parágrafo, sabe que ao lidar com a briga dos filhos basta colocá-los de castigo em cantos separados e após meia hora eles estarão brincando como se nada tivesse acontecido. Se for assim que a candidata petista pretende governar, é interessante rever esse conceito. Afinal, se ganhar, ela será a primeira mulher a governar o Brasil e isso terá um peso muito grande para ela, fazendo com que eventuais erros sejam criticados e levados para o lado do sexismo.

Por outro lado, se o esforço da campanha de Dilma é transformá-la em uma candidata mais feminina, deve ter em mente que uma "feminilidade exagerada" não cabe em uma candidata. Além disso, Dilma tem ainda uma fama de determinada e "durona", e quis transparecer outra coisa com inúmeros sorriso que não caíram bem. Precisamos de determinismos e simpatia. Mas tudo que é forçado fica exagerado.


Marina Silva

A candidata talvez tenha sido o grande destaque dessa série de entrevistas. Marina demonstrou ter uma clara filosofia de governo e saber que para governar o país é necessário mais do que criticar: é preciso mostrar o que tem de ser feito e o qual caminho deve se trilhar rumo a um desenvolvimento sustentável que engloba não só a natureza, mas a infraestrutura da população e o atendimento das necessidades básicas do brasileiro.

Marina teve uma boa desenvoltura na entrevista, foi mais eloquente e deixou claro que, apesar de não ter apoio declarado de nenhum partido, pretende fazer um governo unindo forças com os demais partidos e com foco no desenvolvimento de elementos da infraestrutura do país. A proposta da candidata é interessante, pois apesar dos avanços sociais o país precisa de atenção em diversos pontos como a saúde. Assim como Dilma, foi provocada muitas vezes, mas foi enfática e direta na maioria das respostas. Mas, ao contrário da candidata do PT, mostrou uma feminilidade mais espontânea.



José Serra

O candidato José Serra se mostrou bem à vontade durante a sua entrevista, não se alterando em nenhum momento assim como Marina Silva. As respostas foram dadas com calma e de forma paciente, contrariando a visão fechada que temos de Serra. Vale lembrar que esse é o foco de trabalho da equipe de campanha do candidato: torná-lo mais popular. Por causa desse esforço, ao tentar ser mais "simpático" aos olhos do povo, o candidato teve que ser interrompido nos trinta segundos finais, quando deveria dirigir uma mensagem aos seus eleitores, por divagar demais.

José Serra foi o segundo melhor, mas se embolou no tentar ser popular demais. Soou falso. Talvez ele precise ser um pouco mais direto e enfático e ter menos sentimentalismo. Sobre a questão das tarifas dos pedágios em São Paulo ele defendeu, mas não explicou. Serra precisa também propostas claras: durante a entrevista ele não deixou muito claro ter um plano de governo ou metas, como Marina fez. Ele se limitou a falar do que fez como ministro da saúde e só.

O candidato deu a entender ainda que seu governo será de continuidade, aproveitando o que está bom no atual governo, melhorando e criando coisas novas. Sabiamente (ou por aspectos de maturidade) ele não criticou Lula.


Plínio de Arruda Sampaio

Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, também foi entrevistado, mas com direito a apenas 1/4 do tempo dos seus adversários: somente três minutos. Apesar disso, o candidato conseguiu ter uma excelente desenvoltura. Respondeu de forma clara às duas principais provocações feita pelo condutor, o repórter Tonico Ferreira: a questão da mudança de regime social e econômico do Brasil para que as mudanças propostas sejam efetivadas e o receio de desorganizar a dívida do país com as atitudes drásticas defendidas por ele. Parcialidade e teorias conspiratórias a parte, nesta entrevista o repórter pareceu pouco a vontade e sem paciência.




Conclusão


Após o ciclo de entrevistas, blogs petistas começaram a afirmar que o programa teria julgado a candidata ao fazer perguntas sobre questões ligadas ao Lula e ao PT. Entretanto, o papel do jornalista é questionar e se o mesmo não é feito em outras ocasiões, não é o foco de discussão desse texto. Além disso, tentar comparar o congresso nacional com uma família , como Dilma fez na sua entrevista, é algo que beira o ilógico: separar briga de irmãos é uma coisa. Separar briga por causa de diferenças partidárias é outra coisa. São assuntos distintos.


O Brasil precisa disso: continuidade e atenção aos cuidados básicos. Precisamos de melhoria em vários setores, inclusive na saúde como discursa o candidato José Serra. Se a cada quatro anos um novo governante entrar e mudar tudo, nunca seremos um país realmente desenvolvido. Lula foi muito inteligente e sem dúvida o PT cresceu muito com a atitude de dar continuidade ao trabalho dos oito anos da era FHC. Serra parece querer seguir no mesmo rumo e a oposição faz chacota disso.

Mas, cabe lembrar que Lula criticava, às vezes até agressivamente, e quando entrou no poder seguiu o mesmo caminho que dizia ser errado e atribuía os resultados positivos ao seu esforço. Isso fez com que o seu antecessor afirmasse que ele "cacarejava sobre ovos alheios" e na época publiquei aqui no blog um texto sobre isso. Afinal, é mais justo deixar claro que vai dar continuidade que criticar dando a ideia de mudança radical, não mudar e atribuir os resultados positivos para si e culpar o que veio antes pelos erros.




Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Entrevista de Plínio de Arruda Sampaio ao Jornal Nacional

O Jornal Nacional de ontem exibiu uma entrevista de três minutos gravada na Academia Brasileira de Letras com o candidato do PSOL Plínio de Arruda Sampaio. Ele foi um dos grandes destaques do debate da Band, se tornando por causa disso um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Antes da entrevista, Plínio fez um protesto ao curto tempo da entrevista feita com ele em comparação com as feitas com os demais candidatos. O apresentador Willian Bonner disse logo após a reclamação que "o critério da TV Globo foi entrevistar (...) os candidatos de partidos com representação na Câmara que tenham ao menos 3% das intenções de votos nas pesquisas. Na última pesquisa divulgada, do Ibope, Plínio não pontuou. Nas próximas, se o desempenho do candidato atender ao critério, ele será convidado para entrevistas nas bancadas do Bom Dia Brasil e do Jornal da Globo".

Confira o vídeo da entrevista de Plínio de Arruda ao Jornal Nacional:



Você pode ler a entrevista no site do Jornal Nacional.

Por causa do pouco tempo, o assunto não desenrolou. Ficou centrado na questão da suspensão do pagamento da dívida pública (denominado calote) e não começou como as duas primeiras entrevistas, questionando sobre a questão da ausência de experiência com administração.

Plínio mostrou que tem pulso firme para brigar e trabalhou questões importantes como a ocupação de terras no campo e nas cidades, defendida por ele. O assunto é uma novidade nas entrevistas dos principais candidatos, pois até agora ele ainda não foi citado.

O candidato, que segue a ideologia socialista, se saiu bem durante a entrevista e respondeu de forma clara às duas principais provocações feita pelo condutor, o repórter Tonico Ferreira: a questão da mudança de regime social e econômico do Brasil para que as mudanças propostas sejam efetivadas e o receio de desorganizar a dívida do país com as atitudes drásticas defendidas por ele.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Entrevista de José Serra ao Jornal Nacional

Na última das entrevistas com os candidatos à presidência no Jornal Nacional, ontem (11) foi a vez do candidata do PSDB à presidência José Serra. Novamente a proposta foi abordar os temas polêmicos das candidaturas de cada um, além de confrontar os candidatos com suas realizações em cargos públicos.

Confira o vídeo da entrevista de José Serra ao Jornal Nacional:



Você pode ler a entrevista no site do Jornal Nacional.

A entrevista de José Serra começou em um ponto diferente por um motivo simples: Serra já tem experiência administrativa. Apesar disso, o trabalho seguiu pela mesma linha e abordou questões como o tão criticado pedágio nas rodovias paulistas, que talvez seja o principal ponto que vai contra a candidatura de Serra. Além disso, Willian Bonner questionou sobre o fato do candidato evitar comparar o governo de Lula com o de Fernando Henrique Cardoso.

Serra deixou claro na entrevista que, caso eleito, pretende fazer um governo de continuidade, fazendo mudanças no que achar necessário. O candidato se mostrou bem à vontade para responder e não se alterou durante a entrevista. As respostas foram dadas com calma e de forma paciente, contrariando a visão fechada que temos do candidato, que é o foco de trabalho da equipe de campanha do candidato: torná-lo mais popular. Por causa desse esforço, o candidato teve que ser interrompido nos trinta segundos finais, quando deveria dirigir uma mensagem aos seus eleitores, por divagar demais.

No próximo post, comento a entrevista de três minutos do Jornal Nacional, gravada na Academia Brasileira de Letras com o candidato do PSOL Plínio de Arruda Sampaio. Ele foi um dos grandes destaques do debate da Band, se tornando por causa disso um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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Entrevista dos presidenciáveis ao Jornal das Dez da Globo News

O Jornal das Dez apresentou desde segunda-feira (9), uma série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência da República. A ordem das entrevistas foi definida em sorteio realizado com a supervisão de representantes dos partidos.

Confira as entrevistas:


Dilma Rousseff




Marina Silva



José Serra



Até o próximo post. Enquanto isso estou no Twitter: @JonatasMobile. Até lá!


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