sábado, 1 de março de 2014

Pira pira pirô: o melhor hit do carnaval baiano


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Sábado de Carnaval é dia de relembrar o melhor hit baiano de todos os tempos, na voz da banda Coração Melão do extinto programa Hermes e Renato:

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Voz de Cissa Guimarães no Vídeo Show: "há trocentos anos: direto do túnel do tempo!"

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

The Brightman News: Sarah participa de trilha sonora de filme japonês


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Começa uma nova seção aqui no blog: The Brightman News (TBN), com o objetivo de trazer notícias sobre a soprano inglesa Sarah Brightman. Por um tempo desisti de escrever sobre isso por aqui, mas a cobrança dos fãs brasileiros foi tão grande que decidi voltar e criar um espaço apenas para esse tema aqui no mixpoint.com.br.

Mas, vamos direto ao assunto da primeira edição do TBN.

Enquanto viaja o mundo com a Dreamchaser World Tour, Sarah Brightman participa de novos projetos. Um deles é a canção "Keep the light", tema do filme japonês Kamisamanokarute 2. Além da nova canção, Sarah vai lançar exclusivamente por lá um novo álbum com a nova faixa e mais uma coletânea de seus maiores sucessos. Quem quiser comprar, tem que importar e o álbum já está disponível na Amazon japonesa.

O trabalho ganhou o título de "Voce - Beautiful Songs" (capa abaixo) e vai ter as seguintes faixas: Keep The Light (tema do filme "Kamisamanokarute 2"), A Question Of Honour, Ave Maria, Stand Alone (Vocalize), I Will Be With You (feat. Paul Stanley), Running (Vocal Edit), Forbidden Colours, Angel, Dans La Nuit, Sarahbande, A Whiter Shade Of Pale, En Aranjuez Con Tu Amor, Fleurs Du Mal, Phantom Of The Opera (Live feat. Chris Thompson), Done (inédita em álbum, gravada apenas para um comercial da Panasonic), Kaze No Torimichi, Amazing Grace e a versão solo de Time To Say Goodbye, seu maior sucesso desde sempre.
Essa não é a primeira vez que Sarah lança um álbum exclusivamente no Japão. Em 2009 a cantora lançou por lá a coletânea Amalfi – Sarah Brightman Love Songs, por ocasião do lançamento do filme Amalfi: Rewards of the Goddess, que tem a participação e também uma performance da cantora.

E não é a primeira vez que Sarah grava uma faixa para uma produção japonesa. Ela já participou das seguintes trilhas: Pokémon 10 em 2008 com a faixa I Will Be With You em um dueto com Chris Thompson, da série Saka no Ue no Kumo em 2009 com a música Stand Alone e do desenho My neighbor Totoro em 2013 com a canção Kaze no torimichi. Bem antes desse sucesso todo nas trilhas das produções japonesas, em 1999 Sarah gravou a faixa Desert Rose, faixa título da série alemã "Wusten Rose" (Desert Rose). A série ao ar em janeiro do ano 2000 e a canção pode ser ouvida por apenas 45 segundos, mas Sarah foi creditada no trabalho como a intérprete.

E para terminar essa edição do TBN, vamos ouvir um trecho de Keep The Light, disponibilizado no You Tube pela gravadora de Sarah:


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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Coral da USP canta "Beijinho no Ombro", de Valesca Popozuda


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Aumente o volume e solta o som, dj! Ou melhor: solta o som, maestroooooo!



Genial! Melhor parte é quando:


Vi no twitter do @Vezon_.

Abaixo a mesma apresentação vista de outro ângulo:


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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Miley Cyrus brazuca versão bicha creyça


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Só digo que...

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PAREM, POR FAVOR!

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domingo, 9 de fevereiro de 2014

E se Marco Feliciano fosse eleito presidente do Brasil?


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[Aviso importante: este texto contém ironia]

O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) sonha em se tornar presidente da república, e isso não é nenhuma novidade. Temos até grupos em redes sociais apoiando a causa. Além disso, eu já conheci pessoas que apoiam a causa.

Sonho alcançável ou não, o fato é que ele tem possibilidades reais em virtude de características como poder de oratória, sabe fazer política (principalmente com quem compartilha de suas ideias), jogada de marketing definida (defesa da família), sabe costurar acordos e tem determinação, como mostrou nos conflitos envolvendo sua passagem pela presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados.

Além disso, Feliciano tem a seu lado a jornalista Rachel Sheherazade, o pastor Silas Malafaia e tantos outros que facilitam apoio à causa em diversas classes sociais, religiosas (pessoas de religiões não evangélicas que acreditam no discurso 'feliciânico') e profissionais (entenda-se cantores do mercado gospel em peso, empresários e etc.).

Já podemos imaginar os slogans de campanha: "Em defesa da família", "Vamos fazer do Brasil uma nação para Cristo", "Contra a sodomização na tela da TV", entre várias outras possibilidades. Todas buscando trazer votos dos mais diversos recantos.

Mas, voltando ao título desse post, e se Feliciano fosse eleito presidente do Brasil? Como seria estruturado o governo?

Com toda a certeza teríamos a panfletária conservadora Rachel Sheherazade na pasta das Comunicações. Como ministra, resgataria a família e a "moral cristã" nos veículos de comunicação, seja lá o que isso significar para ela, mesmo que tal "resgate" ofendesse o respeito e o artigo fundamental da declaração universal dos direitos humanos: "Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade". Em outras palavras: Beijo gay? Gente pelada nas novelas? BBB? Tudo isso está amarrado!

Para o Ministério da Fazenda, a melhor escolha seria a do pastor Valdemiro Santiago. Afinal, ele entende como ninguém de métodos milagrosos de fazer dinheiro, como a venda de tijolo ungido, travesseiro abençoado, toalha milagrosa e até, pasmem, uma colher de pedreiro ungida! Um verdadeiro Polishop Gospel! Destaque para a mudança de nome do Imposto de Renda, que passaria a se chamar "Dízimo Federal".

Magno Malta ficaria com o Ministério do Planejamento e Edir Macedo com a direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Assim, os programas da TV Brasil passariam a ser clones dos da Globo e com nomes que misturam títulos das atrações da emissora carioca. Uma espécie de "Record 2", ou R2.

A psicóloga cristã Marisa Lobo seria a responsável pela pasta da Saúde e teria uma difícil missão: implantar a cura gay, disponível gratuitamente pelo sistema Único de Saúde, o SUS. E adianto: a fila ia ser grande! Além disso, dada a importância do tema, seria muito mais relevante curar um gay a prestar um atendimento digno a quem realmente precisa de auxílio médico.

O deputado Jair Bolsonaro assumiria o Ministério da Defesa. Inclusive, é possível até imaginar as forças armadas brasileiras atacando manifestações gays como forma de "defender" a família brasileira. Joelma Mendes (isso mesmo, a vocalista da Banda Calypso) seria a titular do Ministério da Cultura.

As demais pastas ficariam com correligionários, amigos, apoiadores e etc., com destaque para a renomeação da pasta da Educação, que se tornaria Ministério da Evangelização, a cargo do bispo da Igreja Universal Marcelo Crivella, além do sumiço do Ministério da Justiça. Afinal, não precisaremos de justiça em um governo que apoiaria justiceiros de rua e com divulgação em massa capitaneada pelo Ministério da Comunicação. Viveremos dentro da lei de talião: olho por olho, dente por dente.

Em um eventual mandato de Feliciano, viveríamos em uma ditadura teocrática travestida de democracia republicana. E nesse cenário Silas Malafaia seria um importante aliado, cabendo a ele um cargo importantíssimo: o de Ministro Chefe da Casa Civil. E isso talvez isso seja o mais preocupante: Malafaia com toda a certeza se tornaria o Dilmo do Feliciano.

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